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Princípio básico da medição por conversores

Princípio básico da medição por conversores

A utilização de contadores em sistemas fotovoltaicos para a regulamentação dinâmica de alimentação ou para um acumulador já deixou de ser uma novidade. Contudo, em muitos casos, no que se refere a grandes instalações, não é possível efetuar a ligação direta dos contadores convencionais, uma vez que estes poderão ser inutilizados em parte pela corrente muito alta.

É aqui que a denominada medição por conversores entra em ação. No caso de uma contagem por transdutor de medição, o fluxo de corrente não é detetado diretamente pelo contador mas através de um transdutor de corrente externo ou transdutor de medição (ingl. = Current Transformer (CT)).

O modo de funcionamento é muito simples:

Um cabo elétrico alimentado com corrente produz sempre um campo magnético. Nos transdutores de corrente, é induzida a denominada “corrente secundária” por meio deste campo magnético, a qual em função da estrutura é inferior, por um determinado múltiplo, à corrente de saída (relação de conversão ou transmissão).
O contador inteligente deteta unicamente a corrente secundária claramente inferior e converte-a em seguida na corrente primária inicial por meio da relação de conversão. A construção simples do conversor é clarificada na apresentação seguinte.

Fonte da imagem: janitza

Um exemplo:

Transdutor de corrente da ABB
Corrente primária: 200A
Corrente secundária: 5A
Relação de conversão: 200:5 ou 40:1

Significaria, como exemplo:
Se o contador inteligente detetar 2A como corrente secundária, devem fluir 80A no circuito de corrente primária.

Desse modo, é possível medir correntes muito elevadas de forma segura.

Na descrição dos CTs é possível identificar quais as intensidades de corrente máximas admissíveis para o transdutor de medição. Este valor não deve ser excedido, dado que os resultados de medição tornar-se-ão cada vez mais imprecisos.

25.03.2019 09:40
por Maik Wünsche

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